segunda-feira, 10 de outubro de 2011

“Menina Pastora” hoje tem 17 anos e continua pregando com o mesmo fervor que a fez famosa na web


Há 10 anos o Brasil conhecia a pequena Ana Carolina Dias, uma garota carioca de apenas sete anos de idade que reunia multidões quando pregava. Por seu discurso fervoroso, Ana ficou conhecida como a “menina pastora” e  ganhou destaque até mesmo na mídia secular sendo considerada um “fenômeno”.
O vídeo de uma dessas pregações já foi visualizado mais de 2 milhões de vezes no Youtube e também recebeu centenas de “versões” e até mesmo um funk que chegou a concorrer o prêmio de “web hit” do Video Music Brasil, organizado pela MTV em 2007.
Hoje Ana Carolina tem 17 anos e estuda Física na Universidade Rural do Rio de Janeiro. Apesar dos estudos, a jovem não abandonou o ministério e continua pregando nas igrejas, inclusive ela chegou a conhecer a Europa onde esteve participando de cultos e congressos.
“Ela teve uma infância tranquila, brincou, viajou o mundo. Conheceu lugares como a Europa, esquiou, fez coisas que eu não teria condições financeiras de bancar. E tudo isso por meio da pregação da Palavra” diz o pastor Ezequiel Dias, pai de Ana.
Em uma entrevista ao portal Delas do IG, Dias conta que nunca obrigou a menina a pregar e que mesmo assumindo várias funções na igreja ela nunca teve problemas para conciliar seus estudos. O pastor diz também que sua filha é um milagre vivo, pois quando ela tinha apenas três anos, teve uma inflamação que afetou seu intestino e garganta tendo que ficar internada por dez dias.
“Ela faleceu em meus braços, até que orei a Deus e a Carolina voltou à vida. E voltou servindo a esse Deus”, recorda.
A jovem missionária agora atua como líder da Mocidade de sua igreja e também auxilia seus pais nos cultos. “É uma sensação indescritível ser pai de uma missionária. Creio que milagres não se explicam, não se justificam, e a minha filha é um milagre de Deus”, diz o pastor Dias.

Grupo cristão quer trocar o Halloween por “JesusWeen”


Celebrado entre o pôr-do-sol do dia 31 de outubro e o nascer do dia 1° de novembro, tratava-se de uma noite sagrada (hallow evening, em inglês), a tradição diz que o mundo dos vivos e o mundo dos mortos se uniam em uma coisa só. Por isso a imagem mais comum é a de fantasmas, bruxas e monstros indo de casa em casa pedindo comida.
Com o tempo, a comida servida deu lugar aos doces que as crianças vestidas de monstros pedem ao longo da noite. A comemoração do Halloween foi se popularizando e hoje já é lembrada em vários países, inclusive no Brasil.
Agora, um grupo cristão canadense tenta mudar a história, incentivando as pessoas a doarem Bíblias e presentes cristãos como “uma forma amigável de lembrar as crianças” quem Jesus venceu a morte.
Por isso o nome da festa para eles deveria ser Jesus Ween [um trocadilho com win, vencer em inglês]. O projeto Jesus Ween foi criado pelo pastor Paul Ade, que vive em Calgary, Canadá. Ele tem feito seminários em diversas igrejas da América do Norte, tentado mobilizar cristãos de todas as denominações a levarem a sério essa iniciativa.
A grande maioria dos cristãos considera o Halloween apenas uma festa cultural, algo inofensivo e divertido. Porém, uma minoria cristão tem se oposto a ele, classificando-a de “demoníaca” e “espiritualmente perigosa”. Agora o
JesusWeen pretende ser uma “alternativa saudável que pode melhorar a vida de todo mundo”, segundo notícia do seu site.
Muito criticada desde que foi anunciada, a festa do “Jesus vencedor” poderá ser um imenso fracasso ou mudar vidas para sempre. Vai depender da adesão dos cristãos norte-americanos e canadenses. Em seu site, o grupo reconhece que o esforço ainda é tímido e tem pouca adesão, mas pretende crescer e ter um alcance mundial.